segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Meu dia do professor

Poderia dizer hoje  nesse espaço falar da importância de ser professor ou falar de como o professor é maltratado pelo Estado  e falar de uma solução para educação.Mas exercerei o meu egoismo só por hoje para contar a minha história. Um relato sobre o meu desejo de ser professor e hoje me sinto quase que realizado,já que ainda estou estudando na UERJ-FFP.
Há algum tempo sempre tive vontade de dar aula em algum lugar,porém me sentia despreparado para dar qualquer tipo de aula.Não me sentia inteirado com a profissão de fazer plano de aula,ter postura de voz,passar informações e me atualizar com o tema, já que em geografia tudo muda em segundos.
Mas sabia que um dia teria que enfrentar essa roda viva um dia.Conversando com uma colega minha ela me falou de um curso pré vestibular em Miguel Couto.Eu então fui lá e desde então a D.Tânia já me efetivou no cargo como professor voluntário.
Lá fui eu dar aula  e olha que minha cabeça tava ruim porque estava para qualquer momento para ser demitido da firma que eu trabalho até hoje.O primeiro dia foi tranquilo foi uma dinâmica de grupo para eles se apresentarem como os nomes(até hj não seu de alguns), qual carreira que queria abraçar etc...
Mas na verdade fiz aquela dinâmica para descontrair,saber da turma,vê se aquilo era um sonho  e porque não tinha preparado nada para dar de aula.
Mas ainda não tinha me tocado que eu era professor, então minha aula era regular.
Só fui saber quando eu era professor quando participei de uma reunião de avaliação no pré quando recebi relatos do que os alunos achavam de minha aula.
A critica é claro,é sempre que lhe dá um choque porque vê os absurdos que cometi.Fica impressão que você não falou nada e se sente inútil.Mas depois dos elogios e as critica construtiva vi o que realmente eu quero: ser professor.
Mas minha meta maior é fazer da minha aula uma coisa que os alunos se divirtam e que com isso elas aprendam.
Quero fazer da aula um instrumento de concientização das pessoas e que elas se interessem por essas imformações e comquistem sua indepedência.Sem claro fazer ideologia poegas e sim que isso seja feito levemente sem compromisso
Ainda acho que estou longe dessa meta,porém vou chegar lá.`
A emoção do meu primeiro dia de aula é a maçã que ainda não ganhei.


PVC Miguel Couto


domingo, 2 de outubro de 2011

Relegião urbana

O tributo ao Legião Urbana no Rock in Rio emocionou a galera com Dado Vila Lobos na  guitarra e Marcelo na batera com participações de Pitty,Toni Platão,Herbet Vianna(padrinho do Legião) e Rogério Flausino do Jota Quest(?).Porém todos desafinaram e ainda com a desnecessária Orquestra Sinfônica Brasileira que burocratizou a canção simples do Legião.Rogério Flausino parecia que estava cantando cantiga de roda de tão pulando e alegre que estava cantando "Quase sem Querer".Pitty cantando já a chata "Índio", parecia cantar marcha militar ditando cada sílaba. Herbert desafinado e quase afônico e Dinho Ouro Preto apesar de mandar bem na vocal,"Por enquanto" era uma música errada.Mas quem se deu emoção mesmo foi Marcelo Bonfá.Péssimo cantor, onde pode ser comprovado nos seus dois cds que lançou, brilhou por dar andamento na canção "Teatro dos Vampiros".Sozinho tocando bateria e cantando mal mas no ritmo foi de emocionar.Porém apesar de o inferno está cheio de bons intencionados,valeu a pena o esforço de todos que de coração queria homenagear o Legião.As pessoas que assistiam o show fizeram nos 50 min um templo religioso cantando hinos do Legião.Aliás eles que cantaram melhor do que os cantaram  no Palco Mundo.

DOCE ILUSÃO

 Alguém acredita que o Jair Bolsonaro vai ser tornar inelegível pelo TSE para sempre? Por mais que a gente solte fogos se caso o Bolsonaro s...